Versão 1.0 — 01/09/2026
O ACS Remote é um programa de acesso remoto. Ele deixa uma pessoa ver e controlar outro computador pela internet.
Quem responde pelos dados depende de onde o serviço roda:
acsremote.acstecnologia.tech): quem trata os dados descritos no item 3 é a Alexandre Costa de Souza Tecnologia da Informação Ltda. (ACS Tecnologia), CNPJ 63.124.703/0001-41, Av. Governador Argemiro de Figueiredo, 210, Cx. Postal 340, Sala 00102, Jardim Oceania, João Pessoa – PB, CEP 58.037-030. É desse caso que este aviso fala.Os dados dos itens 4 e 5 ficam na máquina do cliente nos dois casos. Quem responde por eles é sempre o dono da máquina.
O servidor de sinalização existe para dois computadores se acharem. Ele casa os dois lados, entrega os endereços de rede e sai da frente.
O servidor não vê a tela, o teclado, o mouse, os arquivos transferidos, a área de transferência nem o chat. Esse conteúdo vai cifrado direto de uma ponta à outra. Nem a ACS, nem quem opera o servidor, nem quem invadisse o servidor consegue ler o que aconteceu dentro de uma sessão.
O que o servidor sabe é quem falou com quem, quando e de onde. Isso é dado pessoal, e é o assunto do item 3.
| Dado | Para quê |
|---|---|
| Identifica o login. | |
| Nome | Aparece nos relatórios, para o gestor saber quem acessou o quê. |
| Organização e papel (gestor, técnico) | Define o que a pessoa pode ver e fazer. |
| Senha | Autentica. |
A senha nunca é guardada. O que fica gravado é um hash Argon2id — um resultado de mão única, do qual não se volta para a senha. Ela não é gravada, não entra em log e não é devolvida por nenhuma consulta.
O token que mantém você logado vale 8 horas sem uso e também é guardado só como hash.
Base legal: execução do contrato. Sem conta não há como usar o serviço.
O ID de 9 dígitos da máquina, o nome que o gestor deu a ela ("PC da recepção"), quem a cadastrou e a última vez que ela apareceu online.
Base legal: execução do contrato.
Toda sessão concluída vira uma linha:
Serve para o gestor da empresa responder "quem entrou nessa máquina, quando, e de onde?" — e para detectarmos abuso. Nada do conteúdo da sessão entra aqui. É uma lista de chamadas, não uma escuta.
Prazo: 180 dias no serviço hospedado pela ACS. Depois disso a linha é apagada por uma faxina automática que roda quando o servidor sobe e depois uma vez por dia.
Uma precisão que preferimos dizer: esse prazo é uma configuração do servidor, não um padrão do programa. Quem hospeda o próprio servidor precisa defini-lo — sem essa configuração, o registro fica guardado por tempo indeterminado.
Base legal: legítimo interesse (segurança da operação e auditoria de quem acessou o quê) e execução do contrato, na parte em que o relatório é uma entrega ao cliente.
Registra as ações administrativas: entrada e saída, tentativa de login recusada, criação e desativação de usuários, troca e redefinição de senha, mudança de políticas, emissão de chaves. Guarda quem fez, de qual organização, o endereço IP e quando.
A senha tentada não é registrada — nem o tamanho dela. Os eventos são encadeados por hash: apagar ou alterar um do meio quebra a corrente e fica visível.
Prazo: 365 dias. É maior que o das sessões de propósito: "quem mudou o quê" é uma pergunta que aparece meses depois.
Base legal: legítimo interesse (segurança).
Para separar uso pessoal de uso profissional, o servidor calcula, sobre os últimos 30 dias, quantas máquinas distintas a conta acessou e quanto tempo somou. Guarda também quantos avisos já foram mostrados. O cálculo usa o registro de sessões que já existe — não há coleta extra.
Base legal: legítimo interesse (cobrança correta pelo uso comercial do produto) e execução do contrato.
O servidor grava log operacional (erros, conexões recusadas, limites de taxa atingidos), que pode conter endereço IP. Serve para manter o serviço de pé e investigar incidente. É mantido apenas pelo tempo necessário a isso.
Base legal: legítimo interesse.
Estes dados nunca chegam ao nosso servidor. Ficam no disco de quem instalou o programa, e quem responde por eles é o dono da máquina.
No Windows, a pasta é C:\ProgramData\acstecnologia\acsremote (dado da máquina) e a pasta de dados do usuário (histórico). No Linux e no macOS, as pastas equivalentes do perfil do usuário.
| O quê | Onde | Conteúdo |
|---|---|---|
| Histórico de acessos | acessos.jsonl | Quem entrou nesta máquina, quando, por quanto tempo. A tela mostra os 20 mais recentes. |
| Histórico de chat | chat/<ID>.jsonl | As mensagens trocadas, um arquivo por interlocutor. |
| Trilha local da sessão | auditoria.jsonl | O que o outro lado fez: conectou, visualizou, controlou, transferiu arquivo (nome, tamanho e direção), usou a área de transferência (tipo e tamanho, nunca o conteúdo). |
| Catálogo | catalogo.json | Os computadores que você salvou para acessar de novo. |
| Credenciais | conta.json, chave, credencial_nao_assistida.json | Guardadas como hash quando são senha. |
Estes arquivos não têm prazo de expurgo. Eles crescem enquanto o produto for usado. Apagá-los é decisão de quem é dono da máquina — o programa não os apaga sozinho.
O produto pode gravar em vídeo as sessões atendidas por uma máquina. É uma opção desligada por padrão, ligada na tela de preferências pelo dono da máquina acessada. Os arquivos ficam na pasta Vídeos/acsremote do usuário (ou na pasta de downloads, quando não há "Vídeos"), um arquivo por sessão.
Por padrão, entrar numa máquina exige duas coisas: a senha e alguém clicando "aceitar" naquela máquina.
Existe o modo não assistido (senha fixa, sem ninguém para aprovar), usado para servidores e para acessar o próprio computador de longe. Ele nunca é o padrão, exige senha de no mínimo 12 caracteres e precisa ser ligado de propósito por quem tem controle da máquina.
Nós não vendemos dado nenhum, não fazemos publicidade e não temos telemetria de comportamento.
Há dois compartilhamentos reais:
stun.l.google.com). Nesse caso, o endereço IP do seu computador é enviado a esse terceiro, fora do Brasil. Nenhum outro dado vai junto: o STUN devolve um endereço, não vê nome, conta, tela nem conteúdo. No serviço hospedado pela ACS isso é evitado configurando STUN/TURN próprio; quem hospeda o próprio servidor deve fazer o mesmo se quiser manter todo o tráfego dentro do seu perímetro.Fora isso, dados só são entregues por ordem judicial ou pedido de autoridade competente, e apenas o que a ordem pedir.
| Dado | Prazo |
|---|---|
| Registro de sessões (com IP) | 180 dias |
| Trilha de auditoria do painel | 365 dias |
| Conta, organização e máquinas | Enquanto o contrato durar |
| Medição de uso | Janela móvel de 30 dias |
| Arquivos na máquina do cliente | Sem prazo — quem apaga é o dono da máquina |
Encerrado o contrato, a conta é desativada. Desativar corta o acesso sem apagar o histórico: os relatórios de quem acessou o quê precisam continuar apontando para um nome. A exclusão definitiva é feita quando pedida, do jeito descrito no item 9.
Você pode pedir, sobre os seus dados:
Como pedir: escreva para alexandre@acstecnologia.tech. Respondemos em até 15 dias.
Uma limitação que preferimos dizer: hoje esses pedidos são atendidos manualmente pela nossa equipe. Não existe um botão de "apagar minha conta" nem de "exportar meus dados" dentro do produto. O direito vale igual; o caminho é o e-mail.
Dois limites que a lei reconhece e que aplicamos:
wss://). O servidor se recusa a subir em texto puro num endereço público sem uma opção explícita.Nenhum sistema é invulnerável. Se você identificar uma falha, escreva para alexandre@acstecnologia.tech.
O ACS Remote é uma ferramenta de trabalho, vendida a empresas. Não é direcionado a menores de idade e não coletamos dados de crianças de propósito.
Alexandre Costa de Souza — alexandre@acstecnologia.tech. É o canal para dúvidas sobre este aviso e para os pedidos do item 9.
Quando este aviso mudar, a data da versão no topo muda junto e a versão anterior fica disponível. Mudança que altere o que fazemos com os seus dados é avisada aos clientes antes de valer.